quinta-feira, 11 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Desenhar uma flor
Pede-se a uma criança: Desenha uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém. Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase não resistiu. Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era demais. Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: Uma flor! As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor! Contudo a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas, são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor!
Almada Negreiros, in “O Regresso ou o Homem Sentado – III parte”
terça-feira, 15 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Ar = Respiração
O ar remete para a respiração. O ar dentro de nós e à nossa volta. O ar que nos separa dos outros e dos objectos. O ar dentro de nós que é um continente inteiro por descobrir. A nossa respiração é uma constante indissociável da condição de estarmos vivos e no entanto, somos eternos aprendizes na arte de respirar.
The breath is the intelligence of the body.
T. K. V. Desikachar
Na dramaterapia trabalha-se com a respiração em vários momentos da sessão: no início, como forma de ajudar o indivíduo a focar-se no momento presente, conectando-se com o estado actual do seu corpo e aceitando esse estado sem querer modificá-lo; no aquecimento preparando para o trabalho na sessão (movimento, voz); no final como forma de obter um relaxamento mais profundo.
Por vezes este trabalho é feito sem que se dê conta, quando a respiração acompanha e regula o esforço necessário para cada acção. Neste caso o indivíduo está em sintonia com o seu corpo e a expressão pode tornar-se mais fluida e autêntica.
The breath is the intelligence of the body.
T. K. V. Desikachar
Na dramaterapia trabalha-se com a respiração em vários momentos da sessão: no início, como forma de ajudar o indivíduo a focar-se no momento presente, conectando-se com o estado actual do seu corpo e aceitando esse estado sem querer modificá-lo; no aquecimento preparando para o trabalho na sessão (movimento, voz); no final como forma de obter um relaxamento mais profundo.
Por vezes este trabalho é feito sem que se dê conta, quando a respiração acompanha e regula o esforço necessário para cada acção. Neste caso o indivíduo está em sintonia com o seu corpo e a expressão pode tornar-se mais fluida e autêntica.
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